quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Até que a morte nos separe...
_ Eu não gosto muito dele e você?
_ Gente boa, melhor namorado que você já teve, mas quem tem que gostar é você!
_ Pq vc, então, ainda está com ele?
_ Medinho de ficar sozinho ou falta de uma melhor proposta. Você escolhe!
_ Cruzes!
_ Na verdade, sabe-se que eu sou do tipo gato.
_ Como assim?!
_ Eu gosto da situação, do conforto que o outro oferece, mas não necessariamente de quem oferece.
_ Eu já sou mais passional... a pessoa é que conta!
_ Um cachorro, eu diria.
_ Sou aquele que ama "na riqueza e na pobreza"...
_ ... "na doença e na saúde"...
_ ... "até que a morte nos separe"!
_ Cruzes! [Miau]
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Enquanto isso, na Sala da Justiça...
... 3 amigos resolveram dançar num local divertido e cheio de gente interessante até que perceberam uma criatura um tanto adversa ao cenário. Era um Emo (nada contra, mas...).
_ Sério?!
_ Ouvi falar que isso é babado, o lance é encostar em anão.
_ Claro que não!
_ Claro que sim! Emo é moda, depois acaba e junto a sorte! Anão sempre vai existir! =P
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Tecktonik para Madonna
Deu na House Of Palomino que vem surgindo em Paris mais um novo estilo de dança. O nome é Tecktonik e aos poucos vem tomando forma e influenciando a galera jovem hype.
Vamos evitar explicações e deixar o clipe "A Cause des Garçons" da Yelle fazer isso pra gente:
Eu particularmente não curto o som, mas tudo nesse clipe é tendência. Figurinos New Rave, visual oitentista, o som e, claro, o Tecktonik. Joga no UTUBE e aprenda os passinhos desta nova "modalidade" que requer muita criatividade, disposição, estilo e atitude.
Aliás, New Rave está pegando aos poucos e já tem até dancinha, como na época do New Wave (de onde originou o nome New Rave), lembra? New Wave fez muita gente suar e ainda faz muito tia e tio tirar sapato em casamento e sair saltitando e girando no ar. Eu sou um deles, mas não sou tio!
Tecktonik tem muito do Waacking (a evolução dos braços) e House (alguns dos trabalhos de perna) do street dance. É também uma evolução do famoso REBOLATION que contagia as raves nacionais. Mas como tudo que vem de fora tem sua sofisticação (principalmente "das Europa"), notem que o som é misto de electro-punk-pop e sonoridades mais melódicas.
Fica a dica pra Madonna sair na frente outra vez... Sorry foi com o Krumping, Hung Up com o Le Parkour que tal lançar logo uma música legal com uma galerinha descolada dançando o Tecktonik?
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Celine & DanceLife
Algo vem me irritando esses dias. Na verdade, Celine Dion tem me irritado esses dias. Pra ser sincero, Celine me irrita desde sempre!Infelizmente, Titanic também me contagiou e durante um tempo achei ela um máximo. Até presentiei minha mãe com um CD dela... Coisa de criança. My Heart Will Go On era hit, as duas são velhas, a música não era barulhenta e a letra era um tanto simples. Me pergunta se ela ouviu alguma vez. Você ouviu? Ela também não!
No "estrangeiro" Celine está nos primeiros estágios do seu comeback. Não sei quanto tempo ela esteve distante (ela esteve?), mas seu legado perpetuou em território nacional na voz da Sandy (o que favoreceu mais para minha irritação).
Taking Chances é seu novo single. Já virou hit e tem uma parte que eu amo: "So, talk to me, talk to me / like lovers do / yeah, walk with me, walk with me / like lovers do". Desculpa, eu tenho meu lado romântico tb. =P
Enfim, o que me irrita atualmente, é que antes de Celine, Taking Chances era o hit da banda Platinum Weird. Dito isso, explico que o que me deixa mais irritado nesta história é que eu prefiro a música na voz da Erin Grace - Eu prefiro e pronto! - e agora vou ter que aguentar Celine se esguelando. Vamos combinar que com ela tudo fica mais apocalíptico.
Segue abaixo o player com a versão original da música:
boomp3.com
[Tô sentindo que este post vem cheio de referências]
Aproveitando a onda de Taking Chances... a primeira vez que escutei essa balada foi no seriado DanceLife da MTV gringa (viva ao torrent!!!). Produzido pela J.Lo, o seriado mostrava o dia-a-dia de 6 dançarinos profissionais em LA enfrentando audições e outros probleminhas pessoais. =P
DanceLife teve apenas 8 episódios e misturava acting com reality show, nada diferente da safra Laguna Beach e The Hills. Aí em baixo segue a cena onde Jersey, uma das "personagens", atual Pussycat em LA, dança para espantar seus problemas... (beeeeeeeem legal!)
É, um cliché de cada ep. é um dos bailarinos passar por um mau bocado e dançar para levantar os ânimos e extravasar. Ah, se fosse simples assim...
DanceLife me apresentou muitas coisas legais. Reparem na música de abertura do programa:
O resto do assunto fica para futuros posts... se der vontade!
Tell me your little secret...
Cabeça Camargo
... 3 amigos comem japonês e bebem um pouco de tudo, quando surge o assunto:
_ Gente, vocês viram a nova música da Wanessa?
_ Qual Vanessa?
_ A Cabeça Camargo!
_ Não... [acende um cigarro e finge interesse para o amigo concluir a idéia] Como é?
_ Péssima! É um forró/country.
_ Novidade... [sem qualquer surpresa]
_ Vi no Faustão... ela chega a tirar um pandeiro e marca o ritmo batendo com ele na bunda!
_ Nossa, que Pussycat! [conclui um amigo]
_ Dolls?! [!]
_ Não. Josie!
_ É vintage! [e assim morre o assunto]
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Primeiro Post & Britney Spears
Opa!!!
Este é o meu primeiro post no meu mais novo blog que dispensa apresentações - pq eu quero e assim vai ser! Afinal, O BLOG É MEU! =P Vou deixar claro que a minha intenção é com base no conteúdo, vamos tentar não misturar com o lado pessoal (que vai ser difícil). Fechado?
Já que a história é conteúdo, vamos direto a ele. Só espero que este primeiro post não desvirtue a possível massa leitora... mas sabe-se que Britney Spears faz mais Headlines que as Spice Girls juntas, logo dedico a Miss Spears meu primeiro post.
2008 foi o ano da esperada "volta" da princesa do pop, quando na verdade, ela nunca "foi", vendendo capas e mais capas de revistas desde o lançamento do seu último álbum. Depois de anos torturando os fãs com atitudes bizarras (eu, por exemplo, sou um ex-fã que sempre recebo pêsames dos amigos qnd ela decide surtar pela zilionésima vez) foi entregue no início de Novembro seu novo CD, Blackout.
Blackout é, antes da sonoridade, mais um álbum permeado pela vida pessoal de sua "cantora". Desde seu primeiro trabalho, Spears teve sua vida impulsionando as vendas de seus CDs (alguém falou em virgindade? Justin Timberlake? Madonna?). Nesta intenção de agregar valores, sem propósito algum, é que mora o perigo. Foi só a loira/careca/morena surtar que sua credibilidade como artistas passou a ser manchada, se antes já não era questionada.
Lembro ter lido em algum lugar algo que cai como uma luva para Brintey: no mundo pop é aceitável loucurinhas, atitudes extravagantes, mas não insanidade. Britney surtou, tá em off e não está ligando a mínima. A cada espaço que seu ego ocupa, mais ela perde. Bom, sem querer analisar sua persona, mas já analisando, acho que esta sempre foi a Britney (white trash), mas sua equipe sabia bem como esconder isso. O momento que tudo desandou foi quando ela se apaixonou pelo K-Fed, Fed-Ex ou simplesmente, Kevin Federline.
Dizem por aí que ele foi a melhor f*da da sua vida so far e ela achou que isso era amor... aff, pelo menos, como disse uma revista, ela aprendeu a ser uma popstar antes de amadurecer. Blackout está aí para provar.
Lançado em Novembro, Blackout traz uma sonoridade moderna, antes iniciada por Toxic, uma música afetada, distorcida e contagiante, re-editada em versões pelo divertido Mark Ronson e pela banda Hard-Fi para a coletânia da Radio One.
boomp3.com
Os destaques ficam a cargo de 4 faixas, as melhores do CD, produzidas por Blodshy & Avant, os mesmos caras por trás de Toxic: Radar, que brinca com barulhos de radar e tem uma levada sexy; Freakshow que cai na onda do electro-funk; Toy Soldier a mais agitada e auge do trabalho; e Piece Of Me, bem trabalhada e em forma resposta a tudo ao seu redor, sua própria vida. "I’m Miss American Dream since I was 17 [...] I’m Miss bad media karma [...] And with a kid on my arm/I’m still an exception [...] I’m Mrs. Lifestyles of the rich and famous [...] I’m Mrs. Oh my God that Britney’s Shameless".
Ainda dentro desta mesma esfera, Britney canta uma para Kevin na chamada Why Should I Be Sad, a única produzida pelos geniais do Neptunes (a.k.a. Pharrell Williams + 2) e é a mais próxima de uma balada que há no CD. As outras faixas não fazem feio e ficam a cargo de Danja, parceiro-braço-direito do atual Midas, Timbaland.
Existe uma coerência sonora no trabalho como um todo, deixando bem distantes as influências do pop e black americano e bebendo da fonte européia eletrônica, sem deixar de ser Britney. Os gemidos, os sussurros e a sexualidade ainda estão presentes. O grande problema é que esse álbum funciona mais como portfolio dos seus produtores, do que promover Britney como "cantora". Sua voz recebe tantas distorções (que antes era feio de fazer) que a impressão que fica é: o cantar de Spears é trabalhado como mais um efeito sonoro musical, nela vale tudo.
A pena é que muitas coisas "vazaram" para a internet antes do lançamento (que é super Hype hoje, perguntem a Kyle e a Madonna) estragando a surpresa, a arte da capa deixou muito a desejar (até meu sobrinho sabe fazer no Photoshop) e Gimme More não é uma faixa hit-carro-chefe, apesar de chiclete. Junto com essas decepções, vieram o clipe de Gimme More e apresentação do VMA, que era pra ter ficado assim:
Bom, quem quiser conferir e tirar suas conclusões, visitem o Myspace Spears e escutem as músicas antes que ela surte de novo.